A bebida que dá a volta ao mundo

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Não há uma combinação perfeita, o whisky permite diferentes misturas e encanta cada vez mais adeptos

Puro ou com gelo? Água natural ou água de coco? Frutas ou energético? O whisky é conhecido como uma das melhores companhias, afinal pode ser degustado nas mais diferentes formas pelos mais diferentes gostos. São mais de 500 anos sendo um dos maiores clássicos do balcão.

Foi-se o tempo em que era conhecido apenas como bebida característica de homens. Atualmente, as mulheres estão cada vez mais presentes neste cenário, pois combinam ingredientes que tornam a bebida mais suave e encantadora.

O SeoRosa Bar e Restaurante de Campinas possui mais de 8 mil apreciadores, entre homens e mulheres, em seu Clube do Whisky.

A bebida dá a volta ao mundo em consumo e produção. Os cinco maiores produtores, pela ordem, são: Escócia, Estados Unidos, Irlanda, Canadá e Japão.

O whisky é preparado através da fermentação e da destilação de cereais como cevada, milho, trigo ou centeio, envelhecido em barril de carvalho por no mínimo 3 anos (padrão escocês) ou 2 anos (padrão americano) e a graduação alcoólica começa nos 40%. “A escolha do tipo de cereal e a combinação ou não entre eles definem se o whisky é, por exemplo, um single malt escocês ou um bourbon americano”, explica Antônio Francisco Costa, barman do SeoRosa.

 

É isso mesmo, há várias definições para whisky: 4 tipos escocês e 2 tipos americano. Entre os escoceses há o ‘single malt’: feito exclusivamente de malte de cevada, sem nenhum tipo de mistura, com sabor marcante, forte e encorpado (normalmente bebido puro); o ‘vatted malt’ (blended malt): dois ou mais single malt de diferentes destilarias, que possui sabor forte e encorpado (normalmente bebido puro); ‘grain whisky’ (blended): produzido com cereais como milho, trigo e centeio e de produção industrial, o que o torna mais simples, barato e leve; e o ‘blended scotch’:  o mais popular, resultado da combinação de vários whiskies de malte de cevada e de grão, que corresponde a 90% do mercado mundial.

 

Já os americanos são o ‘tennessee whisky’: composto por parte do mesmo destilado de milho que o Bourbon, mas filtrado num tonel de carvão, que confere um sabor um pouco mais suave; e o ‘bourbon’, que sai da destilaria e vai direto para o barril.

 

Desta forma, há tipos, intensidade e aromas distintos. Adicionar gelo, água natural, água de coco, frutas ou energético ao whisky estabelece diferença no gosto, mas não faz com que a bebida fique melhor ou pior. O whisky permite outros ingredientes para compor e aguçar o paladar. Por isso, conquista os mais distintos perfis de pessoas. Mas, há uma regra: não importa o que for adicionar, o gelo é sempre o primeiro, depois vem o whisky e, por último, os outros complementos.

 

“Toda habilidade só é aprimorada com a prática. É importante que após o início da degustação as pessoas fiquem atentas aos detalhes do whisky. Olhe, cheire e sinta a intensidade. Para cada tipo, para cada idade e para cada origem há uma característica. O mais importante é a pessoa saber o que está consumindo”, completa o barman Costa.

 

Como apreciar

 

A visão é o passo número 1 na degustação de whisky. Sua bebida pode ser amarela claro ou pálida, âmbar dourado e com tom mais escuro. Em seguida, há a análise do aroma. Neste momento, é aconselhável adicionar um pouco de água, pois isso faz com que os aromas de desprendam do líquido e fiquem mais fáceis de serem notados. E, por último, o paladar. O whisky deve permanecer na boca por alguns instantes. Os sabores dos whiskies mais velhos permanecem na boca por mais tempo.

 

História

 

Discussão existente há séculos, alguns acreditam que a Escócia foi o berço do whisky, porém não há quem saiba a origem exata, apenas que foram os escoceses os responsáveis por aperfeiçoarem as técnicas de transformar grãos em um precioso líquido dourado. 

 

A origem da palavra ‘whisky’ vem de Uisge ou ‘Usge-betha’ – expressões da língua falada no norte da Escócia. A história da Escócia é toda mediada pela história do whisky, toda a economia do país depende das destilarias que foram se difundindo aos poucos.

 

O primeiro método conhecido a ser produzido foi o whisky de malte (single malt scotch whisky), conhecido como um tipo bastante suave.
Depois, surgiu o método da destilação contínua, que é muito mais rápido e feito com grãos, como: trigo, milho, centeio e cevada maltada (single grain scotch whisky), conhecido por ser suave, delicado e doce.

 

Sobre o SeoRosa

 

Criada em 2000, a Casa é referência em Campinas por oferecer um cardápio variado com as melhores opções de pratos, grelhados, petiscos, bebidas e coquetéis diferenciados, pela excelência no atendimento e por reunir gente interessante e alto-astral em seu ambiente descontraído e único.

 

O nome do local foi inspirado em um gigantesco jequitibá-rosa, localizado em Campinas, um dos últimos representantes da mata nativa existentes no centro da cidade, que desabou há cerca de 10 anos e hoje parte dele integra o cenário do SeoRosa em forma de um violino.

 

São duas unidades da casa: nos bairros Gramado e Cambuí. Ambas dedicadas a proporcionar um ambiente tranquilo e descolado.  A unidade Cambuí possui cinco ambientes, sala de espera, deck, salão principal, espaço para eventos e uma área externa arborizada com bancos de madeira e jabuticabeira, transmitindo uma sensação de harmonia e tranquilidade. O SeoRosa Gramado conta com um salão aconchegante com charmosa área externa e ainda oferece a comodidade de se utilizar o serviço de lava-rápido.

 

Endereços:

 

Cambuí: Emilio Ribas, 567

Gramado: Alameda dos Vidoeiros, 455

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